CANADÁ: a chave para seu futuro
Estudar no Canadá é uma boa opção para os alunos do Brasil. As universidades canadenses apresentam mais de 10 mil programas de graduação e pós-graduação em 95 universidades públicas e privadas sem fins lucrativos e escolas e institutos técnicos com nível universitário.
Os diplomas são valorizados no mundo todo, abrem portas para seu futuro e podem alavancar sua carreira.
Uma educação com preço acessível, com custo de vida e de ensino para estudantes internacionais é mais baixo no Canadá que em outros países.
O Canadá é uma sociedade multicultural e são conhecidos por serem amáveis, abertos e tolerantes e recebe de braços abertos estudantes de mais de 200 origens étnicas.
Como aluno internacional no Canadá, você irá usufruir de todas as garantias que protegem os canadenses: o respeito pelos direitos humanos, igualdade e uma sociedade estável e pacífica.
Quando o ensino de nível internacional, o inglês e o francês, como primeira e segunda língua é uma parte integral do sistema de educação do Canadá.
Fonte: Folheto Imagine Education au/in Canadá
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(11) 5687-0607 ou www.dwbrazil.com.br
Prazo de inscrição para 5.800 bolsas de estudo no exterior termina nesta segunda-feira
MATÉRIA DIVULGADA NO SITE DA REVISTA VEJA – 30/04/2012 – 17:23
Ciência sem Fronteiras
Sete países fazem parte do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. Bolsas são para a chamada ‘graduação sanduíche’
O prazo de inscrição para concorrer a 5.800 bolsas de estudo de ensino superior na Austrália, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal, termina nesta segunda-feira. As bolsas são para a modalidade chamada de ‘graduação sanduíche’, em que parte do curso é realizada no Brasil e parte no exterior. As bolsas são concedidas pelo programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal.
As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário eletrônico no site do programa. Para concorrer, os candidatos devem estar matriculados em curso de nível superior nas áreas prioritárias do programa; ter nacionalidade brasileira; ter cursado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para seu curso e se comprometer a permanecer no Brasil pelo dobro de tempo que ficar no exterior para a realização da graduação.
O programa Ciência sem Fronteiras prevê a distribuição de 75 mil bolsas em quatro anos.
Se você perdeu esta oportunidade, a DW Brazil oferece programas de Bolsas de Estudos em universidades americanas. Consulte-nos. www.dwbrazil.com.br ou (11) 5687-0607
Setor de gastronomia já emprega mais que a construção civil no país
MATÉRIA DIVULGADA NO SITE DO JORNAL DA GLOBO
Edição do dia 26/04/2012
27/04/2012 01h28 - Atualizado em 27/04/2012 19h20
Gastronomia movimentou R$ 180 bilhões no ano passado, um crescimento de 80% em cinco anos. Setor emprega seis milhões de pessoas.
Renato Biazzi – São Paulo, SP
Milhões de brasileiros descobriram o prazer de cozinhar e ganhar dinheiro com isso. O setor de gastronomia já emprega mais gente do que o da construção civil, e continua crescendo.
No lugar do terno e gravata, uniforme impecável. O representante comercial, Lucas Rodrigues, formado em administração de empresas, era quem vendia peixe e agora está aprendendo a prepará-lo.
“Hoje em dia eu me sinto muito mais realizado mesmo agora estando estagiando, às vezes o estágio não é remunerado, mas você sente que está fazendo a coisa certa”, conta.
O engenheiro civil Fernando Pereira abandonou dez anos de trabalho e jura que está feliz. “Eu estava num canteiro de obras lidando com construção civil, construção de casas, e agora estou com a ideia de construir pratos”.
Eles se juntaram a seis milhões de brasileiros que estão num mercado aquecido em fogo alto. A gastronomia movimentou R$ 180 bilhões no Brasil no ano passado, um crescimento de 80% em cinco anos.
Em cinco anos pulou de quatro para 96, o número instituições de ensino superior que oferecem o curso de gastronomia. O de uma faculdade, em São Paulo, tem parceria com um famoso chef francês. “Todo mundo que faz uma faculdade pensa em algum momento em virar um grande chef, mas existe um mercado gigantesco de alimentação fora do lar que carece de profissionais. Os profissionais que a gente forma, está formando, são absorvidos durante o curso”, diz a diretora do campus da Estácio, Cíntia Goldenberg.
O salário de um chef, num restaurante de padrão médio, chega fácil aos R$ 5 mil e vai subindo sem limites conforme o padrão da cozinha.
“Alguns anos atrás, 10, 15 anos, os profissionais de cozinha eles caiam na cozinha por acaso, era quase um subemprego. Hoje as pessoas estão escolhendo estar nas cozinhas, então a gente vê que a cada ano o nível de remuneração está aumentando”, observa a coordenadora do curso de gastronomia da Estácio, Luciana Silva.
Passar o dia cercado de aromas e de sabores, com tempo de sobra para se inspirar e criar novas receitas. Esse é o mundo ideal na cabeça de muita gente que escolhe a gastronomia. Mas eles logo aprendem que, para se tornar um chef de sucesso, é preciso antes de tudo ser um ajudante de cozinha incansável.
“Muita gente acha que vai se formar vai entrar numa cozinha e vai fazer tudo como faz exatamente na faculdade. É diferente e dependendo do estabelecimento que você for, eu acho que a pessoa não fica dois dias”, fala o assador Roberto Felizardo.
É a atitude que Alex Atala, o chef brasileiro mais premiado no exterior, cobra dos 30 estagiários que recebe no restaurante dele todo mês e as avaliações são rigorosas. “Eu preciso saber se aquele menino vai suportar a pressão do que é cozinhar ao longo dos anos. Do que é abrir mão dos seus finais de semana, abrir mão de suas datas festivas”.
E ele garante: o trabalho é de equipe. “A boa comida de um restaurante não é feita por um chef. Um chef extrai de uma cozinha que é composta de equipamentos e efetivamente de cozinheiros. O resultado de um restaurante vem de uma equipe coesa, equilibrada e acima de tudo bem treinada”.
Tudo isso, para a satisfação dos outros. “Antes de tudo é altruísmo. É você se entregar, entregar uma parte boa de si para outra pessoa”, diz o professor de gastronomia, Robert Flack.
Governo anuncia 12 mil bolsas no Canadá para estudantes brasileiros
Dilma se reuniu com governador-geral do Canadá, David Johnston.
Bolsas serão para matemática, física, química, biologia e outras áreas.
Priscilla Mendes do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (24) que o governo concederá 12 mil bolsas a brasileiros interessados em cursar graduação, doutorado e pós-doutorado no Canadá. O anúncio foi feito após reunião com o governador-geral do Canadá, David Johnston, no Palácio do Planalto.
As bolsas fazem parte do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, de incentivo ao estudo no exterior. O objetivo do programa é conceder mais de 100 mil bolsas até 2014.
A parceria com o Canadá terá como foco as áreas de matemática, física, química, biologia, engenharia, ciências médicas e ciências da computação, segundo informou a presidente. “Eles têm excelentes universidades, de alta categoria, nas áreas de ciências exatas”, disse a presidente.
“A qualidade das instituições acadêmicas do Canadá e as relações que essas bolsas permitem para os estudantes brasileiros – com o estudo acadêmico e estágios empresariais – vão, sem dúvidas, fazer a diferença”, disse a presidente.
Dilma recebeu David Johnston para uma reunião bilateral no Palácio do Planalto, em Brasília. O chefe de estado disse que, atualmente, o Canadá é o principal destino para brasileiros que buscam aprender o inglês como segunda língua, “ficando atrás apenas da França, quando se trata do aprendizado do francês como segunda língua”, disse.
Johnston elogiou o programa Ciência sem Fronteira e afirmou que o Brasil tem exercido um “poderio suave e amigável nas discussões em todos os fóruns do mundo”. “O mundo precisa que o Brasil tenha sucesso porque vocês têm muitas lições a ensinar ao mundo sobre como construir uma sociedade saudável”, declarou o canadense.
Mulheres mil
Dilma agradeceu a parceria canadense no Mulheres Mil, programa de educação e qualificação profissional para mulheres em situação de vulnerabilidade social. O Ministério da Educação anunciou nesta segunda-feira (23) que, até 2014, cerca de 100 mil mulheres serão beneficiadas.
Mulheres Mil está sendo implantado na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica em parceria cooperativa com o Sistema de Faculdades e Institutos Canadenses.
Os projetos locais são ordenados de acordo com as necessidades da comunidade e segundo a vocação econômica regional, de acordo com o ministério. O programa faz parte das ações do Brasil Sem Miséria.
Além de agradecer a parceria canadense, Dilma destacou a importância de se formar bem as mulheres. “Se você forma a mulher, você tem uma melhoria em cadeia da sociedade, porque a mulher mais bem formada tem, por definição, uma relação em que tudo o que ela tem de melhor [ela dá] para o seu filho”, disse a presidente.
VISTO PARA O CANADÁ
A DW Brazil oferece o serviço de visto para o Canadá e diversos cursos neste país. Contate-nos: (11) 5687-0607 ou vistos@dwbrazil.com.br
Quer estudar medicina no Exterior? Eis aqui a sua grande chance!
2 candidatos internacionais por vaga no curso de medicina na Austrália
Matricule-se em nosso programa para estudar medicina na Austrália. Além de ter inglês fluente, o candidato deve apresentar boas notas do seu High School.
Matrículas até início de outubro de 2012 para início em fevereiro de 2013,
Mais informações: info@dwbrazil.com.br ou pelo Tel. (11) 5687-0607.
O idioma mandarim, língua oficial da China, é hoje o segundo idioma mais importante para executivos de multinacionais
Pesquisa do Economist Intelligence Unit (empresa ligada a famosa revista “The Economist”) diz que depois do inglês, o chinês passa a ser mais importante para os executivos de multinacionais que o espanhol, que ficou agora em terceiro lugar.
Por esta razão a DW Brazil oferece na China, desde Acampamentos de Verão para jovens, até cursos intensivos para executivos. Para mais informações: cursos@dwbrazil.com.br
Médicos, uma boa notícia…
Noticia do Estadão traz esperança para médicos formados no exterior
A presidente Dilma Rousseff encomendar um plano para ampliar rapidamente a oferta de profissionais de saúde. A idéia é ampliar os cursos de Medicina e facilitar o ingresso de profissionais que cursaram faculdades fora do Brasil.
No Brasil temos hoje 1,6 médicos para cada mil habitantes enquanto que no Uruguai tem 3,3 médicos para cada mil habitantes e nos EUA 2,5
Uma das ideias é a criação de uma espécie de estágio para graduados em uma lista de faculdades, ainda em elaboração. Este estágio terá a duração de cerca de 2 anos com o profissional trabalhando na rede pública, principalmente no Programa de Saúde da Família (PSF)
Mas esta proposta tem resistência no Conselho Federal de Medicina e até no governo, mas técnicos trabalham a toque de caixa para atender ao pedido de Dilma.
Atualmente, 24% das vagas de residência médica não são ocupadas. Na medicina de família e intensiva, a ociosidade alcança 70%.
A DW oferece bolsas de estudos em universidades americanas para os dois primeiros anos (pre-med). Se o aluno tiver notas muito boas, poderá continuar seus estudos nos EUA. Outra opção é a Austrália.






